Bernardo acordou fresquinho pela manhã. Espreguiçou. Esticou-se, esticou-se, bem esticadinho, esticadinho, até não dar mais! Abriu os seus pequenos olhos e foi com espanto que viu, que estava em cima duma folha de laranjeira. Sim, ele era assim tão pequeno que cabia numa folha de laranjeira. Bernardo inclinou-se para ver o que havia lá em baixo, mas o que viu primeiro, foram as suas mãos.

– Ora, ora! Que brilhante que estou! – pensou para consigo. – Que gotinha cintilante mais gira!!

Foi então, que viu, à sua frente uma linda paisagem: muitas casinhas e um vasto manto branco.

– Wow! Neveeeee! Então, então…! É por isso, que estou tão brilhante! Deixei de ser lagarta, para ser borboleta! Quer dizer…um floco! Tornei-me um floco de neve!

Deu um salto de felicidade e deixou-se cair, nevando e aterrando naquela imensidão branca.

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Diana Macias Marques

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